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Possui graduação em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1977), mestrado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989) e doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996). Foi bolsista da Faperj (RJ), modalidade recém-doutor, junto ao Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (1999). Realizou estágio sênior no SciencesPo/Ceri (Centre de Recherches Internationales) (2015-2016). Atualmente é professora e pesquisadora do quadro permanente no Programa de Pós-Graduação "Comunicação e Sociedade", na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e professora 3º grau, dedicação exclusiva, nível associado IV, na Faculdade de Comunicação (ECO), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação, subjetivação contemporânea, consumo, risco, catástrofe, meio ambiente, redes sociais. 

 

 

Professora Associada IV

Departamento: Fundamentos da Comunicação

Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Site:

 

 

ENSINO

Disciplinas na Graduação

  • Disciplinas na Graduação
  • Comunicação, Cultura e Espetáculo IV
  • Teoria da Comunicação

 

Disciplinas na Pós-Graduação

 

PESQUISA

  • Biopolítica, riscos e catástrofes na mídia (2014 – Atual)

Vinculado à linha de pesquisa "Comunicação e Poder”, este projeto busca destacar as relações sociais e as formas de vida concretas que são produzidas como uma produção biopolítica contemporânea, em que as ferramentas exploratórias seriam ambientes, espaços, redes globais. Busca-se entender o poder como complexas relações entre o pensamento e os modos de governo, não no sentido de práticas de Estado, e sim no seu nível instrumental, quer dizer, com os meios pelos quais determinadas políticas são projetadas e implementadas, as relações entre as formas e as racionalidades de poder e os processos de subjetivação, tanto na formação de sujeitos/cidadãos governáveis quanto na formação da existência individual. A hipótese a ser testada é a de que houve a passagem do predomínio do parâmetro do risco para o da catástrofe associada à emergência de uma cultura da urgência. A retórica associada às catástrofes - vulnerabilidade, prevenção, resiliência - mobiliza sentidos científicos, discursos políticos ou gerenciais distribuídos às populações. O objetivo é consultar a existência desta forma de sensibilidade do ponto de vista da comunicação, e focar a atenção sobre o problema das vítimas, central na definição de evento catastrófico que gera, de uma maneira ou de outra, um sofrimento coletivo. Trata-se de uma investigação orientada pelo princípio da raridade discursiva (Foucault), que se dirige no sentido de verificar como os enunciados descrevem a realidade, e identificar quais deles são produzidos e por que não são outros. Com esta finalidade, buscar-se-á contrastar narrativas de acontecimentos ocorridos em momentos e locais distintos. As perguntas que conduzirão as pesquisas são: como as vítimas são integradas em um discurso para o mundo? Como elas formam (ou não) um sistema de significado para o acontecimento? Como a mídia narra, agenda, imagina os desastres “naturais”? O que está em jogo na evocação da catástrofe e dos riscos nas formações discursivas contemporâneas? Que futuro é imaginado e planejado? Quais dotações e solicitações das populações mais afetadas são transmitidas. 

Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: dois.

Integrantes: Marta de Araújo Pinheiro - Coordenador / Eduardo Maia - Integrante / Isabela Lourenço Pereira – Integrante.

 

  • Risco, catástrofe e meio ambiente na mídia (2014 – Atual) 

No século XXI, a mudança climática se tornou o símbolo de nossa relação com o meio ambiente. Os diagnósticos e prognósticos não são apenas uma questão científica, mas atravessam a vida cotidiana e se tornam cada vez mais visíveis no discurso público e midiático. O conceito de desenvolvimento sustentável seria normativo ao indicar os comportamentos desejáveis de acordo com os contextos sociais e políticos de cada momento histórico. Já a questão climática, para estabelecer o que é desejável ou correto, traz consigo um embate entre interesses que extrapolam esses limites de adaptação que ainda eram possíveis de serem disputados em relação ao desenvolvimento sustentável, pois a mudança global não afeta os países de forma igual. Com a mudança climática, o discurso sobre suas consequências oscila entre o controle dos riscos previsíveis, com a promessa de uma revolução verde-tecnológica, e a encenação de uma iminente catástrofe, com seus desastres apocalípticos. A questão é se estaríamos na passagem do predomínio do parâmetro do risco para o da catástrofe na emergência do problema da mudança climática? A catástrofe seria concebida como um ponto de virada em direção a um futuro inesperado? Ou associada à resiliência, conceito que traz o sentido de que se deve permanentemente lutar para se adaptar ao mundo tal como ele se apresenta, sendo o “sujeito resiliente”, nesta concepção, aquele que não pode conceber mudar o mundo, aceitando seus desastres como condição de co-pertencer a esse mundo? A pesquisa tem como objetivo testar a hipótese de que na emergência do problema da mudança climática, “regimes de viver” entram em disputa e emergem ora oscilantes entre o nostálgico e o novo, acompanhados muitas vezes de uma matriz discursiva apocalíptica, ora associados às escolhas de estilos de vida e do cuidado de si em nome da responsabilização individual promovida pelo mercado. Para isso, o projeto se propõe a investigar o surgimento do conceito de resiliência e sua apropriação nas ciências sociais, assim como a mapear e analisar como eventos relativos à mudança climática são narrados, agendados, imaginados. Pretende-se indagar tais representações e dimensões discursivas explorando em especial as inter-relações desses processos com a dimensão midiática, que mais do que manipular ou dominar consumidores, seria mobilizadora de suscetibilidades e de predisposições formando conexões entre esperanças, medos e ansiedades como estratégias retóricas da verdade. O que orienta a investigação é o princípio da raridade discursiva proposto por Foucault (1971), pois não se trata de verificar se os enunciados descrevem corretamente a realidade, e sim identificar quais são produzidos e por que outros não são.

Alunos envolvidos: Graduação: um. 

Integrantes: Marta de Araújo Pinheiro - Coordenador / Natalia Oliveira - Integrante.

Financiador: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

 

Áreas de interesse: Subjetivação contemporânea; Consumo; Risco; Catástrofe; Meio Ambiente; Redes Sociais.

 

EXTENSÃO

Desde 2007, o projeto funciona com a estrutura de agência de propaganda (atendimento, planejamento, criação) e tem como público-alvo o terceiro setor, movimentos sociais, cooperativas populares, unidades e projetos internos da UFRJ e de universidades públicas em geral. Sem fins lucrativos, o projeto oferece conhecimento, técnicas e serviços de publicidade e divulgação de informações sociais para aqueles sem condições de promover suas ações, serviços e produtos. A partir do reconhecimento da universidade pública, bem como dos recursos técnicos e científicos que estão ao seu dispor, a Agência faz uma ligação entre universidade, mercado e demandas sociais de produção e emprego, assim como busca ampliar a formação dos alunos com a participação no mercado social. O projeto tem uma coordenação composta por três professoras que, apesar de desempenharem tarefas distintas, atuam sempre conjuntamente. Este modo de atuação se reflete no trabalho dos alunos envolvidos que desenvolvem a prática de trabalho colaborativo tanto entre eles, quanto entre eles e a sociedade. O resultado é o entendimento mais ampliado da publicidade compreendida para além de sua dimensão de mercado, isto é, como uma atividade social. É um projeto de extensão da UFRJ, cadastrado no Sigproj, e recebe bolsas PIBEX para os seis alunos envolvidos a cada ano.

Integrantes: Marta de Araújo Pinheiro - Integrante / Monica Machado - Integrante / Maria Beatriz Lagoa - Coordenadora.

 

ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS

  • Membro da Comissão de avaliação de docentes em final de estágio probatório.

 

OUTRAS ATIVIDADES ACADÊMICAS

 Membro do corpo editorial:

 

SUGESTÃO DE LINKS

 

 

 


 

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