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ECO terá Carta de Serviços, mudanças no atendimento e gestão on line

A ECO sabe se comunicar? Na primeira reunião da nova direção da ECO/UFRJ com o corpo de funcionários da unidade, nesta segunda-feira (05/3/2018) no auditório da CPM, uma provocação e desafio foram colocados: a Escola de Comunicação precisa se comunicar melhor, tanto internamente quanto com seus estudantes e dar um salto no atendimento ao público que busca informações na Escola.



O que faz exatamente cada setor? Quem é quem? Onde se pode encontrar facilmente as informações dos setores, departamentos, coordenadores, ementas, atas, quem procurar? Você sabe me informar?

Essas perguntas simples e muitas outras feitas cotidianamente podem estar todas detalhadas e explicadas em uma "Carta de Serviços" da Escola de Comunicação, um documento elaborado e publicizado que informa aos cidadãos que serviços uma instituição pública presta e como acessar e obter essas informações.  Mais do que isso, as informações tem que estar na ponta da língua de cada servidor, professor, gestor.

 

Ouvidoria

Para fazer essa conversa, em que estiveram  presentes a grande maioria dos técnico-administrativos da Escola, a diretora Ivana Bentes,  convidou a representante da Ouvidoria da UFRJ, Cristina Ayoub Riche, que apresentou uma visão geral da Ouvidoria, um lugar de escuta e de solução para todos os tipos de questões que chegam cotidianamente. E qual a principal queixa do público? Atendimento, enfatizou Riche. A Ouvidoria realiza um trabalho itinerante, visitando as unidades, para difundir e promover os direitos e deveres universitários.

No debate se enfatizou ainda a necessidade de toda a Escola visualizar cada setor e conseguir de forma rápida encontrar a informação que precisa e se prontificou em construir com a ECO a primeira Carta de Serviços da UFRJ.

Cristina Riche explicou que a Ouvidoria pode ser vista como um mecanismo de democracia participativa, que visa garantir os direitos fundamentais dos cidadãos e resolver conflitos. Deste modo, estão incluídos o direito à informação e o direito de resposta, sobretudo no serviço público. Segundo ela, informação é mais uma forma de empoderamento porém dependendo do modo que for tratada, pode virar um foco de insatisfação e conflitos.

"A Universidade é , por natureza, o lugar da cidadania, da universalidade das ideias e dos conhecimentos, em que a participação popular, plural e democrática, tem um papel decisivo na construção do conhecimento científico, do conhecimento transformador e libertador. A Ouvidoria é uma inovação social, um instrumento de gestão e ao , mesmo tempo, uma ferramenta da democracia participativa, que promove, na UFRJ, o desenvolvimento da cultura de proteção aos Direitos Humanos, em geral, e, especificamente dos direitos universitários, entre eles o direito ao acesso à informação, um direito público constitucionalmente garantido, um dever da Instituição.", comenta.

Para  Cristina, "Uma informação prestada de forma displicente e/ou a falta de informação geram desconfiança, reclamações e conflitos desnecessários, entretanto, a informação que gera conhecimento contribui para a autodeterminação das pessoas, para estabelecer uma relação de boa-fé, de respeito e de confiança. Cristina Riche falou do trabalho realizado na Ouvidoria, falou sobre a legislação em vigor, como a Lei 12.527/2011, Lei de Acesso à Informação, e a Lei 13.460/2017 que entrará em vigor , em junho de 2018, dispõe sobre a participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública. O grupo foi bastante receptivo, está engajado em trabalhar para  melhorar o portal eletrônico da ECO, com a publicidade e disponibilização de informações públicas, independentemente de solicitações, outro assunto relevante abordado no encontro fez referência às relações interpessoais, e ao compromisso de todas e todos em transformar o ambiente de trabalho num espaço harmonioso, virtuoso e colaborativo, em que sempre prevaleça a relação dialógica, ética e respeitosa. Outros encontros com a Ouvidora ficaram acertados, é sempre bom ouvir e escutar para transformar!" E complementa: "Reuniões como esta reforçam o papel do servidor público, a função social da Universidade, o compromisso de formar gente para a construção de um mundo mais igualitário e justo."

 

Gestão Virtual

A diretora Ivana Bentes falou de ações simples que já estão funcionando, como a “gestão virtual” que duplicou, um dia depois de assumir a direção, todos os setores da ECO em grupos on-line, o que torna a comunicação imediata e agiliza a solução de problemas e tomadas de decisão.

Ela reforçou que em um momento de crise e de alta visibilidade de tudo que é público, temos que zelar ainda mais pela qualidade do que fazemos. E que momentos de crise são momentos de nos reinventarmos, por isso se mantém otimista com o potencial e compromisso dos servidores da ECO e que está aberta as propostas para dinamizar, conectar e se criar um ambiente criativo e colaborativo.

 

O Coração da ECO

Alexandre Fifo, o novo coordenador da CPM, propôs integrar os estudantes ao cotidiano dos laboratórios e dar um gás em todas as atividades da CPM, que considera, um dos corações pulsantes da ECO.

A professora Suzy Santos, vice-diretora, sinalizou o desafio que todos na universidade enfrentamos de, apesar das condições de trabalho nem sempre ideais, permanecerem motivados, sãos e saudáveis. "A sensação que a gente vive no dia-a-dia, é de muito incômodo, de falta de qualidade de trabalho. E nesse processo, onde temos nos sentido pressionados e todos estamos com dificuldades financeiras, acaba havendo um adoecimento muito grande tanto dos trabalhadores quanto do público que frequenta a universidade." Por isso, ela se propõe a organizar formas de acolhimento para estudantes, técnicos e professores.

A diretora de graduação Chaline Torquato enfatizou que “nos momentos difíceis que estamos passando, precisamos cada vez mais valorizar o nosso capital humano. Precisamos nos conhecer mais, conversar mais. O material humano é a maior riqueza da nossa Escola, especialmente num momento de tantos ataques contra a Universidade Pública." 

Mudar e Melhorar

A diretora administrativa Sheila Camlot, explicou que, sobre o número de servidores, “a carência na ECO é grande e o cobertor está curto. Necessitamos realizar mudanças nos setores visando atender aos alunos.”  E precisamos do apoio da Pró Reitoria de Pessoal para receber novos técnicos.

A servidora Andrea Moraes complementou: “É fundamental que tenhamos um atendimento de qualidade para o nosso público, seja presencial ou por telefone.” A melhoria no atendimento foi uma das tônicas do debate e todos se prontificaram a dar esse salto.

O funcionário Paulo Marinho, representante dos técnicos-administrativos na Congregação da ECO, deu informes sobre a situação salarial dos servidores, cortes, e como o serviço público está sob ataque, e falou da necessidade de estarmos juntos, bem informados e atentos.

Foi debatido ainda formas de estimular, acolher, celebrar e fortalecer a comunidade ECO, um bom início de conversas!

 

Saiba o que é uma Carta de Serviçoswww.gespublica.gov.br/carta-de-servi%C3%A7os

Conheça a Ouvidoria da UFRJ http://www.ouvidoria.ufrj.br/

 



 

 

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